segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Mal-me-quer, bem-me-quer....

De tudo o que sonhei, resta-me a esperança que inventei há tanto tempo que nem consigo perceber o argumento...

Ao amanhecer acorda-me com um beijo ó Sol, que a chuva e o vento são meu tormento, e nos ponteiros do relógio (re)vivo, segurando nas mãos essa flor que encontrei no meu caminho, numa estrada abandonada, além, numa terra de ninguém....

Mal-me-quer, bem-me-quer, muito, pouco, ou nada...
Mal-me-quer, bem-me-quer, muito, pouco, ou nada...
Mal-me-quer, bem-me-quer, muito, pouco, ou nada...

Meu corpo não aguenta essa passada, e já não consigo voltar a adormecer nesse  bem querer, ou não querer, tantos minutos de silêncio que não são nada, nem partida, nem chegada... sinto-me perdida, alienada e tão, tão, machucada...

Mal-me-quer, bem-me-quer, muito, pouco, ou nada...
Mal-me-quer, bem-me-quer, muito, pouco, ou nada...
Mal-me-quer, bem-me-quer, muito, pouco, ou nada...